Instinto.
No
entanto somos tendenciosos a seguir por instinto, ou seguir o coração – que
erra muitas vezes – pois o coração ama, o coração odeia, adora, repudia, mas
não raciocina. O coração te põe em ciladas, mas não as tira delas. O coração
pode acertar, mas ele certamente não sabia disso. Isso é provado quando lhe é
perguntado “como você confia nele?” ou “como você sabe que ela não está
mentindo?” e você só pode responder “Eu não sei. Apenas sei. Apenas confio.”,
porque tal convicção é motivada por uma certeza baseada em amor, não em
probabilidade, ou raciocínio lógico, tampouco provas.
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